Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Moldura com técnica do guardanapo, como fazer

A Técnica do Guardanapo é uma variante da Découpage que consiste na aplicação de motivos, recortados de guardanapos, no objecto a decorar.
Que materiais são utilizados?
•Como suportes a decorar podem ser utilizadas peças em madeira, móveis, pratos, molduras, tecidos.
•Guardanapos
•Tesoura
•Cola e verniz para a técnica do guardanapo
•Pincéis, rolos, esponja
Como se faz?
Tal como na Découpage, recortam-se os motivos a partir de um guardanapo de papel e colam-se no objecto a decorar, acabando o trabalho com uma camada de verniz ou cola para o proteger.
Para melhores resultados, o objecto a decorar deve ser pintado numa cor clara antes de aplicar o guardanapo.
Isto porque a folha do guardanapo que se utiliza tem de ser separada das outras folhas brancas, o que a torna muito fina. Se o objecto tiver o fundo muito escuro, ao aplicarmos o motivo este perderá parte da sua luminosidade.
Hoje em dia já existem spray’s cola especiais para a técnica do guardanapo, que ao serem aplicados aclaram a superfície do objecto a decorar.

Hoje vou forrar uma moldura, com a técnica do guardanapo:

Materiais:

•peça a decorar
•guardanapo de papel
•cola para a técnica do guardanapo
•pincéis
•tesoura

1. Limpar a peça a decorar para que fique isenta de pó e gordura.
Pintar a peça com tinta acrílica na cor desejada e deixar secar durante aprox. 30 minutos.
(Não vou fazer, porque vou forrar totalmente a moldura)

2. Recortar cuidadosamente o motivo do guardanapo de papel e separá-lo das folhas brancas.
Colar sobre a peça e alisá-lo com o pincel, partindo sempre do centro para as extremidades.










3. Espalhar uma ou mais camadas finas de cola, ou verniz, sequisermos um acabamento, mais brilhante, deixando secar bem entre demãos.









4. Nesta moldura, decidi, pintar um texto no vidro.
Para isso vou precisar:
1-tinta para vidro,
2-pincel fino
3-folha de papel onde escrever o texto, ou o desenho a pintar.

Depois do texto escrito, ou do desenho escolhido, coloca-se o vidro da moldura, por cima do motivo a pintar. E com muito pouca tinta, seguem-se as linhas. É bastante fácil!


5. E a moldura para a foto do Primeiro Natal do meu filho está pronta!


Domingo, 5 de Julho de 2009

Como fazer um baby sling

Para as mamã que gostam tanto de artesanato como eu. Ou para aquelas que gostavam de ter um sling, mas que os acham muito caros. Aqui fica como fazerem voçês o vosso próprio sling.Material:
2,25 a 2,5 metros de tecido
2 argolas de metal ou nylon (bem resistentes)

Atenção: se a argola for muito fina pode partir, podendo causar danos ao bebê.

Considerações em relação ao tecido:
Largura:
o tecido deverá ter uma largura de 0,90 - 1,14 m, essa variação existe em função de pessoas que tem ombros mais largos, assim fica mais confortável.

Padrão: quando se usa o sling, ambos os lados do tecido serão exibidos, portanto, procure um que não tenha um avesso feio. Outra opção que já vi em algumas imagens na internet é costurar dois tecidos, um na parte de dentro e outro do lado de fora.

Tipo: o tecido poderá ser de algodão ou uma composição algodão/poliéster.
No caso de argolas de metais, procure argolas de boa qualidade para não manchar o tecido. A máquina de costura deverá ser capaz de costurar através de várias camadas.

Comprimento: Com 2,25 m de tecido faz-se um sling de tamanho médio, se a mamã for alta recomenda-se 2,50 m
Procure dar um acabamento em uma das bordas que será a ponta do seu sling, a que não terá a argola costurada. Na outra ponta faça pregas de 10 a 15 cm, não precisa fazer as pregas em todo o comprimento, estabeleça 25 a 30 cm a partir do topo, será o suficiente, costure esse comprimento, com ponto ziguezague, lembre-se que é necessário apanhar bem todas as dobras.

Coloque as argolas através da parte pregueada, dobre o tecido e faça a costura, mas na parte em que a figura chama de Panel 1 (que é a última dobra/prega), não deve ser costurada junta, nessa parte a máquina deve utilizar uma agulha bem resistente, pois deverá costurar tudo, com excessão da última dobra (Panel 1), levante-a nesse momento. É recomendável que se faça duas linhas de costuras.


Uma dica de aproveitamento é criar um bolso na ponta do seu sling, assim tem mais uma utilidade.


Agora mãos á obra!!!


Fonte:http://www.mayawrap.com/n_sewSling.php

Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Babetes bordados a ponto-cruz..






A renovar o blog...

O bloguinho está a sofrer umas obritas...
Desde que o meu filhote nasceu, tem sido dificil conseguir actualizar 3 blogs. Claro que o do meu filhote vai ganhando terreno...
Assim para conseguir, contornar a situação, resolvi fundir os blogues Art&Pano, com o Laboratório de Ideias.
Arte e literatura sempre andaram de mãos dadas, por isso acho que são 2 temas que podem coexistir, num mesmo espaço.
Manteve-se o nome do blog mais antigo...
bjs e continuem a visitar-nos :)

Quinta-feira, 26 de Março de 2009

Tapete e cesto em trapilho

Para o quartinho do meu filhote, fiz um tapete em trapilho. E forrei um cesto de verga a trapilho.




O cesto de verga estava velhote, o meu cão lembrou-se de roer-lhe a asa. Mas não quis jogá-lo fora. Com trapilho forrei-o, para o aproveitar para guardar as fraldinhas. Está feito de forma a poder tirar tudo para poder ser lavado.
O tapete foi realizado em ponto baixo e ponto caranguejo. Mede 70x90cms.

Contos para adormecer.

Hoje vou fugir, ao estilo que estou acostumada. E publicar aqui um conto, que escrevi para o meu filho.
Espero que quando fores mais velho, te recordes do tempo em que a mamã, te embalava.

A ostra e a pérola

Num banco de ostras, num pequeno estuário, vivia uma ostra, de concha muito brilhante.
Esta ostra, vivia triste e só. Ao seu redor, viviam outras ostras, no entanto, a ostra não se dava com as suas vizinhas. Pois todas elas possuíam dentro das suas conchas, o tesouro mais precioso de uma ostra, a pérola.
A ostra era posta de parte pelas suas vizinhas, pois apesar de muito tentar, não conseguia gerar uma pérola dentro da sua concha. E paras as ostras essa é a missão fundamental das suas vidas. Sentia-se incompleta, e inútil.
O tempo foi passando, e a ostra foi vendo todas as outras ostras, produzirem pérolas. Via também que de tempos em tempos, vinha o pescador, colher as pérolas produzidas, sem que as ostras se preocupassem. Pois passados uns meses, essas ostras tinham novamente pérolas nas suas conchas.
A tristeza foi inundando a vida da ostra e cada vez mais se afastou das outras ostras. Já não suportava os olhares das ostras com pérolas.
Num inverno, frio e ventoso, o mar agitou-se. E fez entrar vagas de ondas fortíssimas, dentro do pequeno estuário. As ostras agitaram-se, o fundo do estuário revolveu-se. Os grãos de areia que forravam o fundo do estuário, soltaram-se e movimentavam-se ao ritmo das ondas.
As ostras fecharam as suas conchas para se protegerem da areia. Mas para a ostra brilhante, já era tarde. Um pequeno grão de areia, entrou dentro da sua concha.
A tempestade passou e o pequeno estuário acalmou. Todas as ostras voltaram a abrir as suas conchas, excepto a ostra brilhante. Pois sentia dentro de si, um grãozinho, que lhe provocava uma espécie de cócegas. Gostava da sensação, e teve medo que ao abrir a concha, o grão se soltasse.
Durante bastante tempo, a ostra manteve a sua concha fechada, e no seu interior, brincava com o grãozinho. Acariciava-o e alisava-lhe as faces, enfeitando-o com o material com que construía sua concha.
Sentia que o grãozinho de areia, ia ficando maior e mais redondinho. A ostra habituou-se a ter o grãozinho consigo, e dedicava-lhe todo o amor e carinho que tinha para dar. Sentia-se feliz e já nem pensava, nas outras ostras e nas suas pérolas.
Chegou o tempo da colheita das pérolas, e como de costume, o pescador, veio inspeccionar as ostras. Remexeu em todas e apanhou as pérolas das outras ostras. Quando foi ver a ostra brilhante, tocou-lhe na sua concha, para que esta se abrisse e ele pudesse ver o seu interior.
A ostra abriu a sua concha despreocupada, pois sabia que não tinha pérola para mostrar. Mas já não estava triste, pois tinha o seu grão a fazer-lhe companhia.
Mas dentro da sua concha e com todo o cuidado que a ostra lhe dispensou, o pequeno grão de areia, estava agora transformado, numa pequena perolazinha brilhante.
A ostra nem podia acreditar. Estava pasmada, com a situação. Nunca lhe tinha passado pela cabeça, que era assim que as pérolas se formavam. Não podia estar mais orgulhosa.
O pescador ao ver aquela pérola, achou-a ainda muito pequena para ser colhida e por isso resolveu, deixa-la na ostra, para que ela se desenvolve-se.
E assim se passaram, mais uns meses. A ostra, vivia feliz com a sua perolazinha. Abrindo constantemente a sua concha, para orgulhosamente mostrar o seu tesouro mais precioso.
A pérola com os cuidados da sua ostra, foi crescendo cada vez mais redondinha, brilhante e bonita. Era sem dúvida a pérola mais bonita, do banco de ostras. A ostra não podia ser mais feliz.
Quando chegou de novo a época da colheita, a ostra abriu orgulhosamente a sua concha. Convencida que o pescador ao ver a perolazinha a acharia pequenina e a deixaria ficar, para que crescesse ainda mais.
Mas o pescador ao ver a pérola, achou-a tão perfeita, que a colheu e levou-a consigo.
O coraçãozinho da ostra partiu-se. Sem a sua pérola, sentia-se infeliz. E voltou a fechar a sua conchinha e a isolar-se das outras ostras. Pois achava, que sem a sua pérola, já não teria valor.
O pescador, levou a pérola a um ourives, para a vender. Pois estava convencido que era tão perfeita, que lhe ia render, um bom valor.
O ourives, assim que viu a pérola, achou-a perfeita, para o pendente que estava a fazer para a princesa.
No dia do aniversário, da princesinha, os seus pais, os reis, ofereceram-lhe um fio, de onde pendia a perolazinha. Era a prenda perfeita.
A princesa cresceu, sem nunca ter tirado o fio. Quando chegou á idade de casar, embarcou num navio, para navegar até ao reino onde vivia o príncipe com quem iria casar.
A princesa, era afoita e gostava de se debruçar no navio para ver o mar. Numa dessas vezes, o seu fio, ficou preso, numa farpa do casco do navio, e partiu-se, caindo ao mar.
De nada valeu, á princesa, ficar a olhar, pois de imediato, as ondas o levaram.
A pequena pérola soltou-se do fio e continuou a ser arrastada pelas ondas. Até que um dia, chegou, de novo ao estuário onde nascera. Perguntou a todas as ostras que encontrou, pela sua mãe ostra. Mas poucas sabiam de quem a pérola falava.
Continuou, a procurar a sua ostra, até que a encontrou, bem fechadinha, coberta pelos limos.
Chamou, pelo seu nome e afastou-lhe os limos.
A ostra ao ouvir a sua pequenina, agitou-se na sua conchinha e devagarinho, com medo de estar a sonhar, foi abrindo a sua concha, para confirmar que era a sua pérola quem a chamava.
Ao ver de novo o seu tesouro, a ostra brilhou novamente de alegria.
A pérola fez-se rebolar, para o aconchego da concha da sua mãe.
Estavam de novo reunidas, ostra e pérola. Novamente, voltou a ostra a acariciar a pérola, o seu pequeno tesouro.
A pérola contou á ostra, as suas aventuras desde que foi levada pelo pescador.
A ostra contou á pérola, as saudades que tinha de a ter consigo.
Assim, de novo, reunidas, ostra e pérola, eram felizes. E perceberam, o quanto eram importantes uma para a outra.
A ostra percebeu finalmente, que a sua missão, era criar a sua pérola, mas também ensiná-la a ser livre. Para que quando chegasse a altura, a pequena pérola pudesse viver as suas aventuras.
A pérola, cresceu ainda mais linda e confiante. Pois sabia, que por mais aventuras que vivesse, podia sempre regressar á conchinha da sua mãe. Onde poderia sempre descansar, das suas aventuras e receber todos os seus cuidados.
Ostra e pérola, eram finalmente felizes, pois ambas perceberam, o quanto eram amadas.

Fim


Para o meu filho Tomás, a minha pérola pequenina.
26/03/09

Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

Mochila rosa



Mochila para menina, feita em trapilho rosa. Com alças de trapilho reguláveis e aplicacação de Hello Kitty rosa, fecha com pala e prende com botão rosa.
Mochila 25x20cms.
Disponível apenas para encomenda, pode ser feita em qualquer cor.
15€